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O verbal e o não verbal no Enem




A maioria dos estudantes chega ao Exame Nacional do Ensino Médio sem uma clara ideia do que é fazer a análise de imagens. Eu tenho o costume de analisar muitas imagens em minhas aulas de Produção de Texto. São quadrinhos, charges e até mesmo quadros nas aulas de Literatura. Considero importante porque muitas vezes a própria coletânea da redação do Enem e dos Vestibulares traz. Além disso, nas questões de história, Biologia e até mesmo de Línguas estrangeiras, o uso dos quadrinhos e de imagens é cada vez maior. Isso apenas prova que entender os mecanismos usados para construir este gênero textual precisam ser estudados e praticados por meio de exercícios de interpretação para que na hora da prova ninguém seja pego de calça curta. Quero com este artigo, teorizar com exemplos o que é a linguagem verbal e linguagem não verbal.

Você sabe o que é linguagem verbal e linguagem não verbal?

“[…] texto, em sentido lato, designa toda e qualquer manifestação da capacidade textual do ser humano (quer se trate de um poema, quer de uma música, uma pintura, um filme, uma escultura, etc), isto é, qualquer tipo de comunicação realizada através de um sistema de signos”.

FÁVERO, L. E; KOCH, I. V Linguistica textual: introdução. 5. ed. São Paulo: Cortez, 2000. p. 25.

Quando pensamos em linguagem como sistema organizado de sinais, associamos essa palavra à noção de linguagem verbal, ou seja, de língua. Mas linguagem, como já vimos, tem um conceito mais amplo: é todo sistema que permite a expressão ou representação de ideias, e se concretiza em um texto.

cachimbo-verbal-nao-verbal-post Na linguagem visual, o signo é a imagem. Assim como acontece com a linguagem verbal, há inúmeros modos de organização dos signos visuais, decorrentes da relação que o homem estabelece entre a realidade e sua representação. Os artistas se valem intencionalmente desse recurso procurando Jazer com que o apreciador reaja diante dessa representação e levante questionamentos sobre o que é de fato real e o que ê imaginário e, indo mais além, sobre a própria ordenação do real.

O crítico de arte Giulío Argan comenta:

“Magritte pinta um cachimbo e escreve embaixo: ‘isso não é um cachimbo’. De fato, não é um cachimbo; e a própria palavra cachimbo, que designa o cachimbo, não é um cachimbo. Eis o contraste entre coisas e signos na vida cotidiana”

ARGAN, Giulio Cario. Arte. Moderna: do Iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.

De. fato, o desenho ou a foto de um cachimbo -ou a palavra cachimbo – não são o objeto cachimbo (uma pessoa não pode fumar o desenho, a foto ou a palavra). O objeto é a coisa; o desenho, a foto, a palavra são representações.

hieroglifos-verbal-nao-verbal-postCientes disso, podemos perceber a existência de diferentes linguagens à nossa volta. Linguagens que apelam a todos os nossos sentidos.

A linguagem da pintura explora linhas, cores, formas, luminosidade; a da escultura se vale de formas, volumes, tipos de material para a sua expressão. Os cartazes luminosos das ruas comerciais, por meio de luzes, figuras e linguagem verbal, nos tentam dizer alguma coisa. As histórias em quadrinhos que, via de regra, exploram imagens e palavras, realizam o cruzamento verbo-visual.

Representações simbólicas surgiram antes mesmo da escrita, como as gravuras rupestres e o sistema hieroglífico dos egípcios, em que signos, à maneira de desenhos, retratavam seres, situações, ritos e até histórias, expressas, primitivamente, sobre pedra, madeira, papiro.

libras-verbal-nao-verbal-postNa era da internet, utilizando o computador, os navegadores da rede criaram um código visual especial para se comunicar, aproveitando os sinais gráficos oferecidos pelo teclado, os chamados emoticons:

: – ) = sorriso;
: – ( = tristeza;
; – ) = piscada, cumplicidade;
escrever com letras maiúsculas significa gritar etc).

Outro exemplo de linguagem não verbal é a dos gestos, elaborada para a comunicação de surdos-mudos, em que sinais produzidos com as mãos correspondem às letras e aos números. Isso é chamado de alfabeto brasileiro de sinais (Libras).




Como você percebeu, diversos são os tipos de textos e os códigos utilizados na interação social, e um dos mais importantes é a língua. Recapitulando, reconhecemos dois grandes tipos de sistemas de signos:

  • linguagem verbal: aquela que utiliza a língua (falada ou escrita);
  • linguagem não verbal: aquela que utiliza qualquer código que não seja a palavra.

Aqui no site, o foco é a linguagem verbal, especificamente a língua portuguesa falada no Brasil. E mais: o site apresenta uma característica fundamental da linguagem verbal, que é a de referir-se ou de descrever-se a si mesma; portanto, ele é um exemplo de metalinguagem.

O que o PCN diz sobre a prova de Linguagens no Enem?




É sempre importante para quem é professor de Língua Portuguesa ou mesmo para quem é candidato num exame como o do Enem se preparar adequadamente lendo o que já foi publicado sobre o exame e que, de quebra, possa ser usado na hora da redação. Todos sabemos que em alguns vestibulares e concursos, a redação é responsável por 50% da nota e, por isso, não deve ser desprezada. No Enem não é assim, mas minha experiência preparando os jovens para este exame tem mostrado que a redação acaba sendo o diferencial entre os que conseguiram a vaga na faculdade desejada e aqueles que até foram aprovados, mas tiveram de mudar seus planos de estudo.

A prova de linguagens no vestibular

“Somente o homem é um animal político, isto é, social e cívico, porque somente ele é dotado de linguagem. A linguagem permite ao homem exprimir-se e é isso que torna possível a vida social”, disse Aristóteles (384-322 a.C).

O filósofo grego define o homem como político no sentido do vocábulo grego politikós, ou seja, cidadão, aquele que é capaz de viver na polis (cidade), em sociedade. E ele atribuía à capacidade de linguagem, que nos é inerente, o fato de os homens conseguirem viver em sociedade.

A linguagem animal, constituída pela emissão de sons e comportamentos determinados, permite e garante a sobrevivência e perpetuação das espécies. Há, porém, uma diferença entre a linguagem animal e a linguagem humana. Enquanto a primeira é estática e condicionada, não consciente, a segunda é fruto do raciocínio, e a expressão por meio dela é consciente e intencional, não meramente instintiva. E mais, a linguagem humana é dinâmica e criativa.

Num primeiro momento, pode-se definir linguagem humana como todo sistema que, por meio da organização de sinais, permite a expressão ou a representação de ideias, desejos, sentimentos, emoções. Essa representação possibilita leitura, o que concretiza a dinâmica da interação, da comunicação e, consequentemente, da socialização. Num segundo momento, pode–se defini-la como a capacidade inerente ao homem de aprender uma língua e de fazer uso dela.

A linguagem é a capacidade humana de articular significados coletivos e compartilhá-los […]. A principal razão de qualquer ato de linguagem é a produção de sentido.

Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN): ensino médio. Brasília: MEC/SEMTEC, 1999. p. 125.

É muito importante entender esses conceitos e, mais que isso, saber como se manifesta a língua no cotidiano e como os avaliadores esperam que você faça sua prova.

Exercício de Português com quadrinho do Calvin




Neste artigo você poderá fazer alguns exercícios baseados numa tirinha do personagem Calvin. Ele é figura presente em muitas provas de Português e não seria diferente aqui no site. A proposta é fazer você pensar um pouco nos fenômenos relacionados à língua e através de uma reflexão pensar mais e melhor na maneira como expõe seus argumentos na dissertação do Enem e vestibular. Já falei aqui no site por várias vezes que é necessário estudar Língua Portuguesa como se estuda qualquer outra matéria. O candidato a uma das vagas nos programas de Governo que têm seu acesso pelo Enem deve praticar, escrever redações com o objetivo de melhorar para o exame. Vejamos então o exercício proposto.

Exercício de Português com quadrinho do Calvin

exercicio-quadrinho-calvin

1. O No Dicionário de Linguística, organizado por Jean Dubois, há a seguinte definição:

“No sentido mais corrente, língua é um instrumento de comunicação, um sistema de signos vocais específicos aos membros de uma mesma comunidade. […] A língua é um produto social, é um contrato coletivo, ao qual todos os membros da comunidade devem submeter-se em bloco, se quiserem se comunicar.”.

Em que aspectos a proposta de Calvin rompe com a definição acima?

2. Imaginemos que a ideia de Calvin dê certo e tenhamos duas gerações divididas pelo idioma. Após algumas décadas, o que aconteceria com o idioma falado pela geração mais velha?

3. Leia com atenção os significados do vocábulo gíria, reproduzidos do Novo Dicionário Eletrônico Aurélio:

gíria [De or. obscura.]
Substantivo feminino.
1.  E. Ling. Linguagem de malfeitores, malandros, etc, com a qual procuram não ser entendidos pelas outras pessoas; calão, geringonça (q. v).
2. E. Ling. Linguagem peculiar àqueles que exercem a mesma profissão ou arte; jargão: a gíria dos artistas.
3. E. Ling. Linguagem que, nascida num determinado grupo social, termina estendendo-se, por sua expressividade, à linguagem familiar de todas as camadas sociais.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Eletrônico Aurélio versão 5.11a. 3. ed. Curitiba.

É correto afirmar que Calvin está criando gíria ao atribuir “novos” significados às palavras? Justifique.

4. Seria possível compreender exatamente o que Calvin quis dizer com “Você não acha isso muito fiambre? É lubrificado! Bem, eu vou na fase”. Por quê?

Gabarito dos exercícios sobre quadrinho




1. Na proposta de Calvin, a língua deixa de ser um instrumento de comunicação; se os novos significados não forem fruto de uma convenção, de um contrato coletivo, a língua perde o seu caráter de produto social. É importante lembrar que o significado das palavras está associado a uma convenção ou acordo que permite que determinado grupo o reconheça, possibilitando assim a comunicação. Cada grupo pode criar uma outra convenção, dando assim diferentes significados para uma palavra. É importante lembrar de situações de uso da linguagem onde se percebe os significados próprios da linguagem de grupos (que tanto pode ser de surfistas, futebolistas, economistas, médicos, adolescentes, ou até mesmo de palavras empregadas no Brasil e em Portugal com diferentes significados).

2. O idioma desapareceria como prática social, ou seja, ninguém mais faria uso dessa língua em suas relações sociais cotidianas (permaneceria apenas como registro, enquadrando-se no que se convencionou chamar de “língua morta”, assim como o latim, por exemplo).

3. Calvin não está criando gíria. A gíria, assim como toda linguagem, é fruto de uma convenção (a diferença é que a gíria pertence a grupos restritos); a intenção de seu uso não é confundir, mas permitir a comunicação entre os que fazem parte de um determinado grupo. É importante insistir que Calvin atribui um significado às palavras que apenas ele conhece.

4. Como os significados não foram convencionados, podemos ter uma vaga noção pela contextualização, mas nada exato. Calvin criou significados particulares, ou seja, as frases só fazem sentido para o próprio falante, resultando numa “fingida” comunicação.

Guia definitivo sobre uso da Vírgula

A quantidade de alunos que dia após dia me perguntam sobre o uso da vírgula é enorme. Vejo muitos equívocos e alguns desses enganos podem, inclusive, invalidar um argumento numa redação no Enem ou mesmo no vestibular. Considerando a importância que estes exames têm hoje em dia, creio que ninguém queira cometer um erro bobo de pontuação. Para que vocês tenham uma ideia, o Enem, Exame Nacional do Ensino Médio, um teste do aprendizado de estudantes formando no Ensino Médio, é a porta de entrada para algumas importante universidades e programas sociais do Governo. Por isso, este artigo é de extrema importância em você deveria cumprir seu papel de cidadão compartilhando e deixando um comentário aqui. Sim, estou pedindo 🙂

Você sabe usar corretamente a vírgula?

Vamos aos casos principais de uso da vírgula? Para organizar melhor e facilitar a pesquisa de quem chega aqui cheio de dúvidas, colocarei os casos em forma de tópicos.

  • Não se separa o sujeito do verbo, nem o verbo de seus complementos, ainda que de longa extensão. Nesse caso, não importa, também, a ordem em que os termos aparecem.

O rapaz que apresentei à minha irmã e que tem um emprego tão bom nunca viajou para a Europa.

Quem viver verá.

Ao rapaz bastava mais uma vitória.

Observação: Algumas vezes, por razão de ênfase, utiliza-se o que conhecemos como objeto pleonástico, figura gramatical que consiste em representar o complemento verbal por um termo nomeativo e por um pronome na mesma oração. Nesse caso, utiliza-se vírgula.

Ao rapaz, bastava mais uma vitória a ele.

Casos em que se usa a vírgula

  • Para separar termos de mesma função sintática e elementos repetidos ou em série sinonímica (nesse caso, lembre-se de que o último elemento da série dispensa a vírgula, se precedido de “e”, “ou” ou “nem”):

Eu fui ao mercado e comprei maçãs, batatas, bananas, cenouras, alfaces e couves.

Eu não tinha nada, nada a temer, mas eu tinha medo, medo desta estrada.

  • Para separar o aposto e orações adjetivas, desde que assumam caráter explicativo, ampliando o conhecimento que temos acerca do objeto anteriormente apresentado:

O Rui, irmão de um amigo meu, está na universidade.

Os alunos, que estudaram muito a norma culta da língua portuguesa, passaram em todas as provas.

Observação: Os termos de caráter resumitivo, restritivo ou especificativo não são isolados por vírgulas. Veja os exemplos:

Carros, escolas, casas, tudo agora lhe era possível.

Os alunos que estudaram muito a norma culta da língua portuguesa passaram em todas as provas.

  • Para separar o adjunto adverbial deslocado:

Levantou-se, durante a noite, uma grande tempestade.

Observação: Os adjuntos adverbiais de curta extensão (representados por uma palavra, por exemplo), ainda que deslocados, podem ou não ser isolados por vírgulas, de acordo com a vontade do emissor de realçar a circunstância.

Hoje, estudei como nunca.

Hoje estudei como nunca.

  • Para separar o local, nas datas:

Rio de Janeiro, 3 de janeiro de 2013.

  • Para indicar a omissão (elipse ou zeugma) do verbo ou do conectivo:

Minha camisa é verde; a sua, azul.

Na praia, nenhum sinal de vida.

  • Para separar o predicativo deslocado, nos predicados verbo-nominais:

A moça, alegre, saiu.

Observação: Lembre-se de que, nesse caso, “alegre” é uma característica circunstancial da moça. Se tivéssemos escrito A moça alegre saiu, essa característica seria inerente a ela.

  • Para esclarecer ambiguidades:

Gosto de Capitães de Areia, de Jorge Amado.

Vivia na maior pobreza, em companhia da mulher, muito magra e feia, e de vários filhinhos pálidos e tristes.

Observação: Note que, nesse último caso, as vírgulas não alteram a função sintática de “muito magra e feia”, termo que continua a exercer a função de adjunto adnominal. O autor optou por utilizar a pontuação para que não se aventasse a hipótese de que haveria mais de uma mulher, e que se fazia referência àquela que era “muito magra e feia”.

  • Para separar orações assindéticas:

Eles jogavam, elas brincavam, os outros cantavam.

  • Para separar orações sindéticas:

Eu vou passear, e tu vais estudar.

Está muito sol, no entanto está frio.

Observação: Se os sujeitos das orações sindéticas aditivas forem representados pelo mesmo ser, dispensa-se o uso da vírgula.

Brinquei e estudei.

  • Para separar orações adverbiais, inclusive as reduzidas, sobretudo quando se antepuserem à oração principal:

Eu aceitaria a promoção, se ela me fosse proposta.

Embora viva com conforto, tudo que ele tem não está em seu nome.

  • Para separar o vocativo:

O mundo é bão, Sebastião.

  • Para separar frases iniciadas pelas expressões e sim, e não, mas sim:

Não haja com imprudência, e sim com moderação.

  • Para separar expressões explicativas, corretivas ou continuativas, uma vez representadas por isto é, por exemplo, ou seja, aliás, dentre outras:

A violência contra a mulher é um fato grave, ou melhor, inaceitável.

  • Para deixar claro que um trecho do enunciado tem caráter complementar, explicativo, acessório à estrutura do período:

O preço dos produtos importados está pouco atraente nesse final de ano, por conta da alta no preço do dólar.

Conclusão

É isso. Neste artigo você viu o que geralmente aparece como erro nas redações dos vestibulares e Enem. Falo muito mais sobre gramática dentro do meu curso, o Português Pra Passar, mas não faço vídeos. Hoje em dia usa-se muito esta estratégia de ensino na internet.

Atualização: descobri uma forma interessante e acessível de revisar toda matéria de gramática para vestibular e Enem. Veja aqui.

Como fazer uma redação do início ao fim

Imagine que você queira dissertar sobre o seguinte tema:

Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos.

Sua primeira providência deve ser copiar este tema em uma folha de rascunho e fazer a pergunta:

POR QUÊ?

Ao iniciar sua reflexão sobre o tema proposto e sobre uma possível resposta para a questão, procure recordar-se do que já leu ou ouviu a respeito dele. E quase certo que você tenha ao menos uma noção acerca de qualquer tema que lhe vier a ser apresentado. Adaptando um texto que tinha aqui e usava em minhas aulas, quero propor uma forma de discutir o tema e montar um texto dissertativo dos mais simples, porém correto.

O ideal, para que sua dissertação explore suficientemente o assunto, é que você obtenha duas ou três “respostas” para a questão formulada; estas “respostas” chamam-se argumentos. Os professores de cursinhos sempre dão essa dica em suas aulas online. Vejamos agora que argumentos poderíamos encontrar para este tema. Uma possibilidade é pensar que um dos sérios problemas que o homem não consegue resolver é o da miséria. Assim, já teríamos o primeiro argumento:

Existem populações imersas em completa miséria.

Pensando um pouco mais nos problemas que enfrentamos, poderíamos formular o segundo argumento:

A paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais.

Refletindo um pouco mais sobre as questões que afligem a humanidade, logo lembramos do desequilíbrio ecológico, que pode ser nosso terceiro argumento:

O meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.

Viu como foi fácil? Os argumentos selecionados são exaustivamente noticiados por qualquer meio de comunicação.

Dessa maneira, obtemos o seguinte quadro:

Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos.

1. Existem populações imersas em completa miséria.
2. A paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais.
3. O meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.

Você pode encontrar outros argumentos além destes apresentados acima que justifiquem a afirmação proposta pelo tema. A única exigência é que eles se relacionem com o assunto sobre o qual está escrevendo.
Uma vez estabelecido o tema e os três argumentos, você já dispõe do necessário para, agora, na folha definitiva, começar a redigir sua dissertação. Ela deverá constar de três partes fundamentais: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão.

Vamos agora redigir o primeiro parágrafo, ou seja, a Introdução, baseando-nos no quadro acima. Para compô-la, basta que você copie o tema e a ele acrescente os três argumentos, assim como aparecem no quadro. Veja como poderia ser:

Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações imersas em completa miséria,    a paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais e, além do mais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.

Observe que, na Introdução, os argumentos são apenas mencionados. Neste primeiro parágrafo informamos o assunto de que a dissertação vai tratar; cada argumento será convenientemente desenvolvido nos parágrafos seguintes. Repare nas palavras pois e além do mais, colocadas neste texto para ligar as diferentes partes da Introdução. São elas que reúnem o tema aos argumentos. Depois de terminado o parágrafo da Introdução, você poderá passar ao Desenvolvimento, explicando cada um dos argumentos expostos acima.

Assim, no próximo parágrafo, escreva tudo o que souber sobre o fato de existirem populações miseráveis.

Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis — estas, mal distribuídas, quer entre Estados, quer entre indivíduos —, encontramos legiões de famintos em pontos específicos da Terra. Nos países do Terceiro Mundo, sobretudo em certas regiões da África, vemos, com tristeza, a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações.

Como você pode perceber, convém, vez por outra, lançar mão de certos exemplos para comprovar suas afirmações.

No parágrafo seguinte desenvolve-se o segundo argumento:

Além disso, nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação, aos inúmeros conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória a triste lembrança das guerras do Vietnã e da Coreia, as quais provocaram grande extermínio. Em nossos dias, testemunhamos conflitos na antiga Iugoslávia, em alguns países membros da Comunidade dos Estados Independentes, sem falar da Guerra do Golfo, que tanta apreensão nos causou.

Note a presença da expressão Além disso no início do parágrafo, que estabelece a ligação com o parágrafo anterior. Ela deve ser colocada para evidenciar o fato de que os parágrafos se relacionam entre si.

Falemos agora do terceiro argumento:

Outra preocupação constante é o desequilíbrio ecológico, provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar em local inabitável.

Observe a expressão Outra preocupação constante, colocada no início deste parágrafo. Ela é o elemento de ligação com o parágrafo anterior do Desenvolvimento. Estabelece a conexão entre os argumentos apresentados.

→ Conheça o método passo a passo para fazer a redação perfeita do Enem

Para que sua dissertação fique completa, falta apenas elaborar um último parágrafo que se denomina Conclusão. Para isso, é preciso que analisemos suas partes constitutivas.

A Conclusão pode iniciar-se com uma expressão que remeta ao que foi dito nos parágrafos anteriores (expressão inicial). A ela deve seguir-se uma reafirmação do tema proposto no início da redação. No final do parágrafo, é interessante colocar uma observação, fazendo um comentário sobre os fatos mencionados ao longo da dissertação.

Com base nessa orientação, já podemos redigir o parágrafo final, ou seja, a Conclusão.

Em virtude dos fatos mencionados,    somos levados a acreditar que o homem está muito longe de solucionar os graves problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade e indiretamente a qualquer pessoa consciente e solidária. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras, para podermos suportar as adversidades e construir um mundo que, por ser justo e pacífico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.

OBSERVAÇÃO:

Caso você deseje, é possível que a Conclusão seja formada apenas pelo comentário final, dispensando o início, constituído pela expressão inicial e reafirmação do tema; eles atuam apenas como reforço, como ênfase ao problema abordado.

Agora, reunindo todos os parágrafos escritos, temos a dissertação completa, acrescida de um título:

Terra: uma preocupação constante

Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos, pois existem populações imersas em completa miséria, a paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais e, além do mais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico.
Embora o planeta disponha de riquezas incalculáveis — estas, mal distribuídas, quer entre Estados, quer entre indivíduos — encontramos legiões de famintos em pontos específicos da Terra. Nos países do Terceiro Mundo, sobretudo em certas regiões da África, vemos, com tristeza, a falência da solidariedade humana e da colaboração entre as nações.
Além disso, nestas últimas décadas, temos assistido, com certa preocupação, aos inúmeros conflitos internacionais que se sucedem. Muitos trazem na memória a triste lembrança das guerras do Vietnã e da Coreia, as quais provocaram grande extermínio. Em nossos dias, testemunhamos conflitos na antiga Iugoslávia, em alguns países membros da Comunidade dos Estados Independentes, sem falar da Guerra do Golfo, que tanta apreensão nos causou.
Outra preocupação constante é o desequilíbrio-ecológico, provocado pela ambição desmedida de alguns, que promovem desmatamentos desordenados e poluem as águas dos rios. Tais atitudes contribuem para que o meio ambiente, em virtude de tantas agressões, acabe por se transformar em local inabitável.
Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a acreditar que o homem está muito longe de solucionar os grandes problemas que afligem diretamente uma grande parcela da humanidade e indiretamente a qualquer pessoa consciente e solidária. É desejo de todos nós que algo seja feito no sentido de conter essas forças ameaçadoras, para podermos suportar as adversidades e construir um mundo que, por ser justo e pacífico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.
Caso você deseje fazer uma dissertação um pouco menor, basta usar dois argumentos em vez de três.

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como fazer uma redação passo a passoUpdate: Compartilhe nosso artigo e baixe gratuitamente uma revisão em Power Point que elaborei para revisar as características principais do Gêneros Textuais mais importantes na prova de Redação do Enem.

8 exercícios sobre Memórias Póstumas

Estudar interpretação de textos é muito importante em provas como a do Enem. Cada vez mais os vestibulares estão migrando de um conteúdo decorado para um exercício contextualizado e que valorize o conhecimento de mundo do estudante. Os exercícios abaixo são todos baseados no livro Memórias póstumas de Brás Cubas. O livro, escrito por Machado de Assis, é o marco inicial do movimento realista no Brasil e presença constante nas provas de vestibulares. Se você quiser ver uma aula completa de Literatura sobre este livro, assista lá no portal do Descomplica, site de ensino  do qual falamos no post que responde a pergunta se o Descomplica é bom mesmo como dizem.

Exercício sobre o romance Memórias Póstumas de Brás Cubas

Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.

(Machado de Assis, in Memórias Póstumas de Brás Cubas)

1) Pode-se afirmar, com base nas ideias do autor-personagem, que se trata:

a) de um texto jornalístico
b) de um texto religioso
c) de um texto científico
d) de um texto autobiográfico
e) de um texto teatral

2) Para o autor-personagem, é menos comum:

a) começar um livro por seu nascimento.
b) não começar um livro por seu nascimento, nem por sua morte.
c) começar um livro por sua morte.
d) não começar um livro por sua morte.
e) começar um livro ao mesmo tempo pelo nascimento e pela morte.

3) Deduz-se do texto que o autor-personagem:

a) está morrendo.
b) já morreu.
c) não quer morrer.
d) não vai morrer.
e) renasceu.

4) A semelhança entre o autor e Moisés é que ambos:

a) escreveram livros.
b) se preocupam com a vida e a morte.
c) não foram compreendidos.
d) valorizam a morte.
e) falam sobre suas mortes.

5) A diferença capital entre o autor e Moisés é que:

a) o autor fala da morte; Moisés, da vida.
b) o livro do autor é de memórias; o de Moisés, religioso.
c) o autor começa pelo nascimento; Moisés, pela morte.
d) Moisés começa pelo nascimento; o autor, pela morte.
e) o livro do autor é mais novo e galante do que o de Moisés.

6) Deduz-se pelo texto que o Pentateuco:

a) não fala da morte de Moisés.
b) foi lido pelo autor do texto.
c) foi escrito por Moisés.
d) só fala da vida de Moisés.
e) serviu de modelo ao autor do texto.

7) Autor defunto está para campa, assim como defunto autor para:

a) introito
b) princípio
c) cabo
d) berço
e) fim

8) Dizendo-se um defunto autor, o autor destaca seu (sua):

a) conformismo diante da morte ;
b) tristeza por se sentir morto
c) resistência diante dos obstáculos trazidos pela nova situação
d) otimismo quanto ao futuro literário
e) atividade apesar de estar morto

Gabarito dos exercícios de interpretação

1) Letra d

Um texto autobiográfico é aquele em que o autor fala de sua própria vida, de sua própria história. É o que ocorre no texto.

2) Letra c

O autor diz que o uso vulgar é começar o livro pelo nascimento. Assim, começar pela morte é uma coisa menos comum. Cuidado com os jogos de palavras que às vezes as alternativas apresentam. Na opção d, temos “não começar um livro por sua morte”, isto é, começar pelo nascimento, o que é uma coisa comum.

3) Letra b

Quando o autor diz estar em dúvida quanto a começar o livro por seu nascimento ou sua morte, na realidade está afirmando que já morreu. Também se pode chegar a essa conclusão quando ele se diz um defunto autor.

4) Letra e

Além de se colocar como um defunto autor, prestes a escrever sobre a própria morte, o autor afirma que Moisés também fez isso. Então, ambos falaram acerca de suas mortes. A resposta não deve ser a letra a, embora também seja uma semelhança; mas é uma coisa genérica, de pouca importância para o texto, que trata da morte do próprio autor.

5) Letra d

O autor diz que Moisés contou a sua morte no cabo, isto é, no fim. E ele tinha agido diferente, como se vê na linha no texto: “a adotar diferente método…”

6) Letra c

No livro do autor, a morte aparecerá em primeiro lugar; Moisés fez diferente: colocou-a no fim. E o autor afirma que a diferença entre seu livro e o Pentateuco é exatamente essa. Assim, deduz-se, o Pentateuco foi escrito por Moisés.

7) Letra d

Autor defunto pode ser entendido como um autor que morreu, daí sua ligação com a palavra campa. Já defunto autor seria alguém que morreu e que passa a atuar como autor, para o qual, como se vê na linha 6, a campa se transformou em berço. Berço, aqui, simbolizando o início de uma nova fase. Por isso a ligação entre defunto autor e berço.

8) Letra e

Como um defunto autor ele terá pela frente uma nova fase, em que atuará como autor. Diferentemente do autor defunto, que não teria atividade alguma.

como fazer uma redação passo a passo

Qual a diferença entre TEMA e TÍTULO?

como fazer uma redação dissertativa argumentativaUma dissertação consiste em defender uma ideia. Ela é, nos vestibulares, responsável, muitas vezes, por metade da nota final do candidato. Por isso mesmo que aprender a fazer uma dissertação é muito importante. Aulas online de Redação são sempre uma opção viável por isso que escrevemos uma série de artigos sobre o assunto e que começa neste no qual falamos sobre a diferença entre tema e título.

Bem, para organizar uma dissertação convém seguir certas instruções que iremos fornecer-lhe agora.

O primeiro passo, antes de começar, é reconhecer a diferença entre um tema e um título. O tema é o assunto sobre o qual você irá escrever, ou seja, a ideia que será defendida ao longo de sua composição. Por outro lado, o título é a expressão, geralmente curta, colocada no início do trabalho; ele é, na verdade, apenas uma vaga referencia ao assunto que você abordará. Observe a diferença entre eles nos exemplos abaixo:

Título: O jovem e a política

Tema: Ultimamente temos notado um enorme interesse dos jovens em participar da vida política desta nação.

Título: A cidade e seus problemas

Tema: A cidade de São Paulo enfrenta atualmente grandes problemas.

Título: A importância da Península Arábica

Tema: Entendemos que a comunidade internacional deva preocupar-se com os acontecimentos que envolvam a Península Arábica, já que grande parte do petróleo que o mundo consome sai desta região.

Título: As contradições na era da comunicação

Tema: Vivendo a era da comunicação, o homem contemporâneo está cada vez mais só.

É evidente que para cada um dos títulos poderiam caber inúmeros outros temas diferentes dos que foram apresentados acima. Da mesma forma, para cada um dos temas também poderiam ser criados outros títulos. Por exemplo: para o título “O jovem e a política” poderíamos, caso preferíssemos, estabelecer um outro tema bastante divergente do anterior, como: “Infelizmente constatamos que o jovem não só não se interessa pela política, mas também desconhece totalmente os mecanismos que conduzem ao poder e que determinam os rumos da nação”.

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A partir dos exemplos apresentados anteriormente, constatamos que existem as seguintes diferenças entre tema e título:

Título

1.  E uma referência vaga a um assunto.
2.   É uma expressão mais curta que o tema.
3.   Na maioria das vezes, não contém um verbo.

Tema

1.   É uma afirmação sobre determinado assunto, em que se percebe uma tomada de posição.
2.   E uma oração que apresenta um começo, meio e final.
3.   Por ser uma oração, deve apresentar ao menos um verbo.

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Exame da OAB → Como passar de primeira! Veja AQUI

banner-post-prova-da-ordem-oabSer aprovado no Exame da OAB é um passo muito importante para todos que desejam exercer a profissão logo após acabar o curso de Direito. O desejo, no entanto, não é tão fácil de se realizar. Ano após ano, muitos são os candidatos que fazem o exame, mas não são aprovados. É certo também que ninguém tem tempo a perder e muitos que estão se preparando para o exame da OAB já trabalham até mesmo na área como estagiários em grandes escritórios e estão sendo pressionados para conseguir logo a aprovação. Por este motivo é que entendo que o material disponibilizado pelo site Prova da Ordem é essencial.

Entenda como funciona o site Prova da Ordem AQUI

Para quem é o Prova da Ordem?

O serviço disponibilizado pelo site é direcionado para quem está se preparando pela primeira vez para fazer o Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Também é muito útil para quem já fez a prova, mas não obteve a aprovação. Na sociedade em que vivemos, estamos cheios de compromissos e poucos são os que podem “se dar ao luxo” de estudar sistematicamente por várias horas do dia. Fazer um cursinho no período noturno não é uma escolha possível quando se trabalha várias horas no dia e não se tem o valor das mensalidades para pagar.

Veja o valor do serviço do Prova da Ordem → AQUI

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Como funciona o site Prova da Ordem?

  • Responda provas da Primeira fase OAB

No site Prova da Ordem, o sistema de avaliações online também possibilita a resolução de provas oficiais da OAB de 2ª Fase, conforme disciplina de sua escolha. Você terá opção de resolver digitalmente a prova no próprio site ou realizar a impressão do caderno de respostas com espaçamentos padrão para resolvê-la manualmente.

  • Gerar provas de 1ª Fase formato ESTUDO ou SIMULADO

Você poderá usar o sistema para gerar provas de 1ª Fase com questões oficiais da OAB aplicadas em edições anteriores do Exame de Ordem. Após a geração da prova customizada, você poderá escolher respondê-la tanto no formato ESTUDO como SIMULADO.

  • Consulte Questões Comentadas

Tanto no formato ESTUDO como SIMULADO você tem acesso às respostas comentadas por professores especialistas na matéria. No formato ESTUDO, você visualiza os comentários após resolver cada questão; no formato SIMULADO a visualização dos comentários estão disponíveis somente após o término da mesmas, na visualização do gabarito.

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  • Gráficos para avaliação de seu desempenho na resolução de provas de 1ª Fase

Você pode avaliar seu desempenho nas provas de 1ª fase através da análise comparativa com demais participantes do site Prova da Ordem. As informações sobre seu desempenho são apresentadas através de gráficos, facilitando a identificação de matérias que precisam de mais estudo.

  • Responder Prova oficial de 2ª Fase

O sistema de avaliações online também possibilita a resolução de provas oficiais da OAB de 2ª Fase, conforme disciplina de sua escolha. Você terá opção de resolver digitalmente a prova no próprio site ou realizar a impressão do caderno de respostas com espaçamentos padrão para resolvê-la manualmente.

  • Serviço online para autocorreção da peça e questões discursivas

O site Prova da Ordem traz uma grande inovação na sua preparação para Exame da OAB. Através de nossa plataforma online você pode corrigir sua prova de 2ª Fase, uma excelente forma de quantificar sua preparação para a prova.

Veja aqui  → Como passar de primeira!

Quanto custa

imagem-um-realO acesso ao material é feito todo online. Isso garante comodidade de acessar nos momentos em que você estiver livre para estudar. Além disso, qualquer dispositivo com acesso à internet vira uma sala de aula já que com seu login e senha você poderá acessar de qualquer lugar. Os cursinhos presenciais são, hoje em dia, caríssimos. Através do nosso link aqui no site você poderá acessar todo o conteúdo por menos de um real por dia. Isso mesmo, R$1. O plano padrão de assinaturas vale por seis meses após os quais você terá de renovar a assinatura.

Assine AGORA

Depois de ver tudo isso, acredito que o sonho da aprovação na OAB está mais perto para você. Está ao seu alcance. Comece a estudar hoje mesmo e tenha estabilidade financeira, acesso a inúmeros concursos públicos estaduais e federais.
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Técnicas de memorização → Funciona mesmo? Veja aqui!

tecnica-da-concretizacao-das-ideias-memorizacao-para-concursoHoje em dia, o excesso de informação mais atrapalha que ajuda o estudante. Ele chega à escola precisando dominar não apenas os conteúdos curriculares, mas uma série de informações que, antes, não eram necessárias. peguemos um exemplo apenas. Seus pais, provavelmente, viveram toda a fase de escola deles precisando “aprender” apenas aquilo que estava nos livros escolares. Muitos deles não tinham jornal diário, revistas mensais e, alguns, nem televisão tinham. Isso reduzia muito a quantidade de informação que recebiam e, claro, que seria cobrada deles nos exames. Hoje, se não formos profundos conhecedores e tudo, podemos perder da vaga de emprego à cadeira na faculdade. Por isso mesmo, guardar informações passou a ser muito importante ao ponto de precisarmos de técnicas de memorização como o da Escola Aprender.

Como você pode aprender mais rápido?

O curso Como aprender melhor e mais rápido, da Escola Aprender, é uma plataforma de ensino de técnicas totalmente PRÁTICAS que auxiliarão o estudante a organizar as informações de forma que a memorização delas seja mais rápida e eficaz. O curso tem 5 módulos e mais conteúdo Premium Online. Como eu disse, é um curso diferente dos cursos que já foram feitos sobre aprendizagem, que apenas dão as dicas motivacionais de como passar nas provas. Assisti às primeiras aulas já e vi que é tudo prático, passo a passo, sobre como aprender para as provas, concursos e vestibulares.

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O que você aprenderá no curso?

No curso da Escola Aprender você passará a entender como funciona a aprendizagem, memória e o cérebro para, com isso, tirar proveito nas provas. Como falei antes, o curso é prático e você poderá aplicar soluções produtivas, inovadoras e eficientes de estudo para sua real aprendizagem. Você aprenderá  fazer anotações e mapas mentais que realmente ajudam no processo de aprendizagem e revisão de conteúdos. Com diversas atividades e técnicas práticas, concluiremos o curso rapidamente para você poder aplicar em seu projeto de vida o mais breve possível.

Clique aqui e faça sua inscrição

Técnicas de memorização servem para o Enem?

Com certeza. A quantidade de informações que os alunos precisam aprender é enorme para um exame como o Enem. Todo o conteúdo de uma vida inteira sendo avaliado em duas provas num total de 180 questões e mais um texto dissertativo no qual é necessária uma fundamentação que estabeleça relações intertextuais bem construídas. Somente o aluno com bagagem cultural diversificada e que saiba usar essas informações de forma prática é que conseguirá sucesso. Por isso mesmo que guardar essas informações relevantes será de grande importância.

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Para quem é este curso?

  • Pessoas comprometidas com sua aprendizagem real, efetiva e produtiva.
  • Estudantes de Ensino Médio e Superior e de Pós-Graduação (especialização, residência, MBA’s, mestrado, doutorado);
  • Profissionais que desejam se aprimorar mais rapidamente em suas carreiras;
  • Concurseiros e autodidatas em fase de preparação;
  • Docentes que desejam ensinar seus alunos a serem mais inteligentes na hora de estudar;

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Descomplica → Funciona? Confira opinião AQUI

descomplica-homeÉ bastante comum os alunos pedirem que eu indique materiais complementares às aulas para que eles se preparem melhor para o Enem e os vestibulares. Isso é bastante fácil porque existem bons materiais gratuitos na internet. A grande dificuldade da maioria das pessoas é não ter um acompanhamento de perto, um passo a passo para aplicar tudo aquilo que se aprender nos vídeos e textos gratuitos. Sempre ouvi falar do descomplica e no ano passado assinei pela primeira vez. Como professor e editor de vários sites e grupos no Facebook, entendo que preciso testar aquilo que apresento para quem me acompanha diariamente.

Este artigo tem como objetivo apresentar minha opinião sobre este que é considerado o maior site de video-aulas para vestibular, o descomplica.

É preciso, no entanto, entender que nem todas as pessoas têm facilidade de estudar sozinhas e acabam ficando na dúvida se o Descomplica é bom para elas. Então, o Descomplica vale MESMO à pena?

Leia esse artigo até o final e tire as suas dúvidas!

→ Veja aqui outra dica para gabaritar no Enem

Como funciona o Descomplica

Já leciono Língua Portuguesa há mais de 10 anos e tenho experiência suficiente para avaliar a didática usada nas aulas. Acho simplesmente incrível e motivador. Os professores tiram leite de pedra como se diz no popular, pois conseguem dar uma injeção de ânimo até no estudante mais desmotivado por muitos fracassos nos vestibulares. Você, assim como eu, já teve suas aulas preferidas no tempo de escola. Consegue imaginar o que seja ter aulas de Física, Química e Matemática com o mesmo ânimo que você tem para as aulas de Português? Isso é possível no curso Descomplica.

 

O Descomplica é bom? Vale à pena?”

A resposta é simples: SIM. Mesmo sendo professor, sou assinante e acompanho as aulas ao vivo. descomplica-banner-post-materiasUso os temas trabalhados nos aulões em minhas aulas e me divirto com a maneira bem pessoal como os professores e monitores tratam os estudantes. É coisa de parceiro mesmo. Vale muito a pena assinar o Descomplica porque as aulas são dinâmicas e em vídeo. Ou seja, poderá assistir às aulas como, quando e onde quiser.

Como você deve imaginar, o Descomplica não é para estudantes preguiçosos, mas até para isso ele traz a solução. As aulas do GEP, Guia do Estudo Perfeito, com o prof Valladares, mostram o caminho das pedras para que qualquer um se torne um estudante produtivo, por isso mesmo, eu já cheguei a indicar para pais de meus alunos que, depois, me contaram que haviam assinado. Eu vi o reflexo disso nas notas desses alunos.

Qual o preço do Descomplica?

O descomplica passou por uma profunda transformação no início de 2017. Isso fez com que alguns planos fossem mudados, simplificados. Isso gerou uma certa confusão e  muitos leitores ficaram perdidos. Antes, o melhor plano na relação custo/benefício era o Plano Anual. Era justamente este que eu assinava. Hoje há dois planos principais que são o Enem Power e o Foco no jaleco, direcionados, respectivamente, para o Enem e para quem vai prestar Medicina.

No plano enem Power, você tem direito ao acesso por por 12 Meses. O preço com desconto estava em 12x R$ 19,90. Você tem direito aos seguintes benefícios:

  • 15 aulas ao vivo/semana (mai-out)
  • Acesso às aulas gravadas
  • Planejamento semanal
  • 18 aulas do Guia do Estudo Perfeito
  • Lista de exercícios e material de apoio
  • 3 monitorias/semana
  • 2 redações corrigidas/mês
  • 36 aulas de reforço em redação
  • 5 aulas/semana de exercícios

Como eu já disse, sou professor numa rede de ensino com 1200 alunos apenas no colégio da minha cidade. Sei bem quais as deficiências dos cursinhos e materiais mais usados pelos colégios hoje em dia. O Descomplica funciona como um suporte extremamente necessário. São muitas aulas e os alunos invariavelmente, precisam de aulas de reforço. Com o Descomplica você terá professores particulares disponíveis por 24 horas por dia. O preço?

 

Problemas reais do Descomplica

Como falei antes, o Descomplica passou por uma profunda reformulação. Tenho usado bem menos agora e acompanho mais as aulas ao vivo pelo Facebook ou pela página específica n site. Continuo sendo fã, mas entendo que o site não ficou claro para a maioria dos alunos. Além disso, ficou uma confusão para quem tinha os planos antigos que, no novo formato, já não sabiam a que tinham direito. Ainda que o suporte sempre tenha se mostrado solícito, nas aulas ao vivo os comentários são inundados de reclamações em vez de dúvidas sobre o conteúdo da aula.

 

Não sei fazer a redação dissertativa do Enem

Quando o descomplica começou a apresentar esses problemas, saí em busca de outros materiais que pudessem ajudar DE VERDADE meus alunos e leitores. Depois de muito pesquisar, conheci o Missão Enem da Débora Ribs. Este é um curso voltado para a redação do enem. A promessa é ambiciosa porque ela garante que, se você seguir o método, conseguirá tirar 900 pontos na Redação do Enem.

O curso de redação Missão Enem foi idealizado pela Débora Ribs, uma estudante de Química que viu a oportunidade de repartir com os amigos inicialmente, as dicas que ela “garimpou” como estudante e que ajudaram-na a passar em mais de um vestibular em Universidades Públicas. Isso tudo ela condensou no livro digital Segredos da Redação Perfeita o qual tem ajudado milhares de estudantes ao longo desses dois anos que está sendo usado. Veja alguns depoimentos nesta página.

Entendo que é uma opção plenamente satisfatória para resolver um problema que quase todos estudantes têm que é a prova de redação dissertativa do Enem.

O preço do Segredos da Redação Perfeita é mais acessível que o do Descomplica embora tenham perfis diferentes. caso você queira saber mais sobre o curso, o conteúdo, bônus (muito úteis por sinal), clique no botão abaixo.